Click! Click! Click!

Eu sigo a religião do click. Para mim, as grandes decisões da nossa vida são precedidas por um click que nos diz: está na hora.
Nos últimos tempos, descobri que as amizades também estão sujeitas a este fenómeno. Não digo as amizades mais antigas, essas têm quase um estatuto de imunidade (quase!), mas falo das amizades mais recentes, quando ainda estamos a conhecer a outra pessoa e a nossa relação ainda se está a desenvolver.
As relações antigas já viveram muitos clicks, já ultrapassaram pontos baixos e já brilharam nos pontos altos. As novas ainda estão numa fase embrionária, não há certezas sobre o seu futuro, nem conseguimos dizer se daqui a 10 anos ainda vão andar por cá.
A maior parte das vezes, os clicks surgem por entre conversas de café ou trocas de email. São coisas pequenas, mas que despertam os nossos mecanismos de defesas e nos dizem para fechar um pouco o nosso coração e reduzir a nossa boa vontade.
Não me entendam mal, não sou pessoa para desistir de uma amizade só porque alguma coisa não atingiu as minhas expectativas, mas ajusto a minha entrega e dedicação, não andamos cá para sofrer desilusões e as que não conseguimos prever já chegam para preencher a nossa quota.

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