The Casual Vacancy, JK Rowling

Não, ainda não li e não o vou ler tão depressa. Não que não tenha curiosidade ou vontade de o ler, mas a Fnac, a Betrand e cia estão a vender a versão em inglês a 25 euros, o que eu acho um escândalo, mas enfim… é da autora do Harry Potter, como tal toca de aproveitar para fazer mais uns trocos. Nem consigo imaginar o preço da versão em português, que só deverá chegar lá para Novembro.

O livro chama-se, como já devem ter adivinhado, The Casual Vacancy, a história começa com a morte de um politico de uma pequena cidade inglesa, que vai ter impacto na vida politica e social da pequena cidade e das vilas adjacentes. Este é o primeiro livro da escritora fora da saga Harry Potter e, por isso mesmo, está a gerar imensas expectativas e já é encarado como um bestseller, apesar de apenas ter sido publicado a semana passada.

A escritora deu uma entrevista engraçada a uma jornalista do jornal inglês The Guardian, que teve oportunidade para ler o livro em primeira mão. De acordo com a jornalista, o livro estava rodeado de tanto secretismo que foi obrigada a assinar mais documentos do que os que seriam necessários para comprar uma casa antes de ter acesso ao manuscrito.

O artigo é enorme, mas vale a pena dar uma vista de olhos. Eis algumas partes que achei piada:

– “Literary critics begin to publish preliminary reviews, revealing what they think they will think about a book they have not yet even read.”

– Having dreamed up Potter on a train, “This time I was on a plane. And I thought: local election! And I just knew. I had that totally physical response you get to an idea that you know will work. It’s a rush of adrenaline, it’s chemical. I had it with Harry Potter and I had it with this. So that’s how I know.”

– “I quote to her from a 2005 interview: “The first thing I write post-Harry could be absolutely dreadful and, you know, people will buy it. So you’re left with this real insecurity.” Rowling nods vigorously. “But it’s true, isn’t it? Absolutely, that was my worst nightmare. “

– “She did consider publishing under a pseudonym. “But in some ways I think it’s braver to do it like this. And, to an extent, you know what? The worst that can happen is that everyone says, ‘Well, that was dreadful, she should have stuck to writing for kids’ and I can take that. So, yeah, I’ll put it out there, and if everyone says, ‘Well, that’s shockingly bad – back to wizards with you’, then obviously I won’t be throwing a party. But I will live. I will live.”

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