O Estranho Caso de Benjamin Button

Só no fim-de-semana passado é que vi “O Estranho Caso de Benjamin Button”, o filme baseado no conto de F. Scott Fitzgerald com o mesmo nome. Eu sei que este filme já não é novo, mas escapou-me no cinema e só no Domingo é que o apanhei na televisão. Como é que é possível eu ter demorado tanto tempo para ver o filme? Não sei responder.

Adorei o filme, fiquei impressionada com o tamanho do coração do Benjamin e rendi-me à história de amor entre Benjamin e Daisy. Acabei o filme cheia de vontade de ler o livro de Fitzgerald, coisa que nunca antes aconteceu. Já vi vários filmes baseados em livros que li, mas acho que nunca saí do cinema com vontade de ler o livro que serviu de inspiração para o filme.

A história fez-me lembrar as seguintes palavras do Woody Allen:

“In my next life I want to live my life backwards. You start out dead and get that out of the way. Then you wake up in an old people’s home feeling better every day. You get kicked out for being too healthy, go collect your pension, and then when you start work, you get a gold watch and a party on your first day. You work for 40 years until you’re young enough to enjoy your retirement. You party, drink alcohol, and are generally promiscuous, then you are ready for high school. You then go to primary school, you become a kid, you play. You have no responsibilities, you become a baby until you are born. And then you spend your last 9 months floating in luxurious spa-like conditions with central heating and room service on tap, larger quarters every day and then Voila! You finish off as an orgasm!”
Woody Allen

Bom Feriado!

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One thought on “O Estranho Caso de Benjamin Button

  1. Como é possível? Pergunto eu. Como é que ainda hoje as linhas da vida teimosamente se cruzam?
    Curiosamente, também, apenas apanhei este filme na televisão este fim de semana.
    Numa palavra: Wordless!

    A pena que o rejuvenescimento fosse apenas exterior e que aparentemente o pensamento dele fosse ficando mais débil, até ao ponto que em que ele, já criança, não se lembrava dela!

    Se calhar motivado pela fase actual, o relato da última cena dela com o bebé (ele) no colo a morrer – é qualquer coisa que não é deste mundo!

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